Feito por quem operou
Engenharia de cardápio, ficha técnica, CMV, prime cost, negociação de insumo — critérios lapidados em anos de operação real de grupos e da indústria. O que morava na cabeça de poucos virou regra dentro do produto.
Restaurante tem variável demais pra alguém prometer resultado — e o Match Sous não promete. O que ele faz é pôr à vista o que hoje se decide no escuro: onde cada prato está em relação ao que a sua região cobra, quanto sobrou quando o mês fechou, e o que muda quando você mexe. É o método de quem operou grandes grupos do setor, virado em acompanhamento contínuo. A decisão continua sendo sua — ela só passa a ter número em cima. Hoje o app abre no cardápio, que é o que já está na sua mão — com o especialista do lado, pra perguntar "se eu subir R$ 20 nesse prato, qual o risco?"; o mês, os próximos dias e a rede fazem parte do mesmo método e vêm em seguida.
A metodologia que roda aqui foi construída por profissionais que operaram grandes grupos e indústrias do setor de alimentação — a mesma leitura que hoje se contrata como auditoria, custa caro, acontece uma vez por ano e termina num documento parado. O Match Sous transforma esse método em processo contínuo, dentro do app, para qualquer casa: do grupo com dez unidades à lanchonete, à padaria e ao café de bairro, que nunca tiveram acesso a esse tipo de leitura porque ela sempre custou mais do que valia.
Engenharia de cardápio, ficha técnica, CMV, prime cost, negociação de insumo — critérios lapidados em anos de operação real de grupos e da indústria. O que morava na cabeça de poucos virou regra dentro do produto.
Consultoria clássica é um retrato: uma vez por ano, cara, desatualizada no mês seguinte. Aqui o diagnóstico é vivo — muda quando o seu custo muda, quando o seu preço muda, quando o mercado à sua volta muda.
O mesmo critério que vale numa casa vale numa rede inteira, unidade por unidade, comparável lado a lado — sem depender da agenda de um consultor nem da planilha de um gerente.
Você começa pelo cardápio porque é o que já está na sua mão — sem integrar sistema, sem treinar equipe, sem esperar implantação. Vale para o cardápio de trinta pratos e para a lousa da lanchonete com doze. As outras três frentes fazem parte do mesmo método: o mês que fecha, os próximos dias e a rede inteira sob a mesma régua. Elas chegam depois, na ordem certa: no app aparecem no menu como "em breve", e você pede pra ser avisado quando abrirem.
Cada prato comparado com a distribuição real da sua região, e cruzado com a margem que ele deixa. Com o especialista da operação do lado: você pergunta "se eu subir R$ 20 nesse prato, qual o risco?" e ele responde com os seus números. O comparativo sai da tela em PDF, planilha ou mensagem — e o consultor pode entregar com a marca dele.
Ver o comparativoO que entrou, o que foi pro fornecedor, o que foi pra folha — e quanto sobrou, até a última linha. Do segundo mês em diante, a curva de cada número com a sua linha de meta.
Em breve — abre depois do cardápio. Você pede aviso dentro do app.O produto para de só contar o que já passou: o que vence, quanto a casa costuma fazer nesse tempo e — se você disser quanto tem em caixa hoje — até que dia o dinheiro dura.
Em breve — abre depois do cardápio. Você pede aviso dentro do app.Mais de uma casa na mesma régua: quem puxa o resultado, quem drena, e o mesmo prato casa a casa — cada uma medida contra o mercado dela.
Em breve — abre depois do cardápio. Você pede aviso dentro do app.Cruzando a margem de cada prato com o quanto ele vende por semana — as vendas que você informa, ou o relatório do seu sistema de vendas —, cada item do seu cardápio cai em um dos quatro quadrantes. É a leitura que a planilha não faz — e é onde a decisão de proteger, atacar, reformular ou cortar aparece com nome próprio.
Campeão do cardápio. A tela avisa: proteja preço e não mexa na receita.
Volume que carrega a operação, mas com custo pressionando. Ataque insumo antes de mexer no preço.
Prato bom escondido no cardápio. A tela sugere reformular descrição ou posição — não cortar.
Candidato natural a cortar — a menos que seja identidade da casa. A leitura é sua, o veredito não é cego.
A divisória de cada eixo é a mediana do próprio cardápio — classificação relativa à casa, não régua absoluta. Prato em cima da linha vem marcado como tendência, não veredito.
Com volumes de venda e custos por prato (informados ou estimados por IA), a plataforma consolida o cardápio inteiro em um veredito único: sua casa fecha saudável, em atenção, ou crítica. Sem invenção — só cobre os pratos que já têm dado, e diz claro quando falta.
Quiosque, container e operação de food hall não competem com o restaurante de rua do bairro: competem com quem está a vinte passos. Você declara a praça e a comparação passa a ser contra os vizinhos físicos — todas as cozinhas juntas, que é como o cliente decide onde almoçar.
Digite o nome do prato e a região. Match Sous devolve a distribuição estatística do preço, os restaurantes que compõem a amostra e a posição relativa do seu preço — caso já esteja cadastrado.
Você entra pelo cardápio, com o especialista da operação junto desde o primeiro dia. As outras frentes já existem e estão em uso no piloto: aparecem no menu do app como "em breve", abrem para todos depois que o cardápio provar o valor dele, e lá dentro você pede pra ser avisado. O que ainda está em construção está dito como tal.
Cada prato contra o que a sua região cobra de verdade. O que proteger, o que reformular e o que cortar — e o cardápio inteiro num veredito só. Com a ficha estimada pela IA quando você não tem o custo na mão, as descrições reescritas pra vender os pratos que carregam a margem, e o especialista pra discutir cada decisão.
Ver o comparativoFechou o mês, você vê o que entrou, o que foi pro fornecedor, o que foi pra folha — e quanto sobrou de verdade, até a última linha. Do segundo mês em diante, a curva mostra pra onde a casa está indo. E, se você disser quanto tem em caixa hoje, até que dia o dinheiro dura.
Sobraram R$ 34 mil — 12,5% do que entrou, acima dos 12% que você declarou querer.
O custo que o cardápio promete contra o que o mês realmente gastou, com o buraco em reais e os pratos por onde começar a olhar. O preço dos seus insumos fica guardado com a data em que passou a ser esse — é o que impede a ficha de envelhecer calada.
O cardápio prometia 26% de insumo; o mês gastou 31% — o buraco em reais, e os pratos por onde começar a olhar.
Várias casas na mesma régua: quem puxa o resultado, quem drena, e o mesmo prato casa a casa — cada uma medida contra o mercado dela, porque preço diferente entre bairros não é problema. O consolidado sabe qual parte do resultado é sua.
O grupo fechou positivo, mas uma casa consome quase toda a sobra das outras três.
Metade já anda: o relatório de produtos vendidos que o seu sistema de vendas exporta entra do jeito que sai — planilha, PDF ou foto da tela — e casa sozinho com os pratos do seu cardápio. Falta o último pedaço, que é a casa não precisar nem disso. É o que estamos construindo agora, e é o que garante que o número não morra em quinze dias: dado que depende de alguém lembrar de digitar é dado que para de ser alimentado.
Os números acima são de casas de demonstração — mostram a forma da leitura, não um resultado prometido.
Ninguém digita prato por prato, e ninguém precisa saber o custo de cabeça. No cardápio, hoje, ela faz isto:
O que ela não faz: não decide preço, não inventa dado e não esconde quando é estimativa. E o especialista da operação, na Conversa, responde com o seu cardápio e a sua região na mão — e lembra do que você já decidiu.
São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Fortaleza — cada casa comparada só com a cidade dela. Reforço em Tamboré/Alphaville, Pinheiros e Itaim.
Foto e PDF levam de um a quatro minutos para ler; texto colado, menos de um. A tela mostra o relógio e avisa quando termina.
Picanha de 300g contra costela de 500g na mesma régua — pra bebidas, R$/100ml.
Você sobe a foto ou o PDF do cardápio, a planilha, ou cola o texto. O modelo extrai cada prato, descrição, gramagem e preço — sem digitação manual.
A base de preço da sua região vem de coleta de cardápios públicos e cresce com o que sobe na plataforma. Nesta versão ela é pré-carregada, e a página Como funciona diz exatamente qual parte é coleta e qual ainda é referência calibrada.
Pratos com nomes distintos mas descrição próxima são reconhecidos como o mesmo item. Cada um recebe mediana, faixa, amostra e a posição relativa do seu preço.
Nenhuma tela salva um restaurante — variável é demais, e quem opera sabe disso melhor que qualquer software. O que o Match Sous faz é transparência e acompanhamento: os números da sua operação à vista (hoje os do cardápio, em seguida os do mês) e as engenharias do setor, a de cardápio à frente, trabalhando a seu favor. A decisão continua sua. Ela só fica mais fácil de tomar.
Começar pelo meu cardápio